sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Raias Manta

A Ciência sabe muito pouco sobre um dos maiores peixes do mundo, mas uma jovem pesquisadora resolveu observá-lo de perto em incontáveis mergulhos ao largo do litoral de Moçambique, na África, e descobriu coisas com as quais nenhum biólogo marinho contava. (Saiba o que ela descobriu, clicando na figura abaixo e lendo o artigo na integra).

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Dia Mundial sem Carro - Benefícios da Bicicleta

A figura é auto-explicativa!!!

Dia Mundial Sem Meu Carro


Você está convidado a deixar o seu carro na garagem (ou dos seus pais) e seguir para suas atividades utilizando outro meio de transporte ou praticando a carona solidária. Estamos Falando do "Dia Mundial na cidade sem meu carro", onde lideranças no mundo todo se mobilizam para chamar atenção da população sobre a utilização excessiva do carro.


Em cidades do mundo todo, são realizadas atividades em defesa do meio ambiente e da qualidade de vida nas cidades, no que passou a ser conhecido como Dia Mundial Sem Carro. Na Europa, a semana que antecede a data é repleta de atividades, na chamada Semana Europeia da Mobilidade (16 a 22 de setembro).

A mobilização que ocorre nesta data é um exercício de reflexão muito bem-vindo sobre a dependência e o uso (muitas vezes) irracional dos automóveis em nossa sociedade, já que boa parte dos brasileiros, principalmente das grandes cidades, recebe um grande número de informações sobre o impacto do uso do carro na nossa vida. Nas notícias, além dos danos sobre a nossa saúde – mais notados na respiração, no sono afetado e no stress de congestionamentos e do transporte público -, vemos frequentemente a influência dos acidentes ocorridos no trânsito como pauta rotineira na sociedade moderna.

O Dia Mundial Sem Carro foi implantado pela primeira vez na França, em 22 de setembro de 1997. Em 2000, a União Européia instituiu a Jornada Internacional "Na Cidade, sem meu Carro", reunindo 760 cidades. Em 2001, 1.683 cidades participaram. Encorajados pelo êxito da iniciativa do Dia Europeu sem Carros, a comissão organizadora lançou, em 2002, a Semana Européia da Mobilidade. O movimento vem crescendo em todo o planeta e ganha novas programações envolvendo prefeituras, ONG’s e a sociedade civil a cada ano no Brasil.

O objetivo principal do Dia Mundial Sem Carro é estimular uma reflexão sobre o uso excessivo do automóvel, além de propor às pessoas que dirigem todos os dias que revejam a dependência que criaram em relação ao carro ou moto. A ideia é que essas pessoas experimentem, pelo menos nesse dia, formas alternativas de mobilidade, tema da campanha em 2011, descobrindo que é possível se locomover pela cidade sem usar o automóvel.

Campanhas de conscientização na União européia.

A iniciativa tem como proposta ainda apontar para a necessidade urgente de desenvolvimento de novos padrões de comportamento, que sejam compatíveis com a mobilidade urbana mais sustentável. Exemplo disso é que caminhar, andar de bicicleta, partilhar o carro ou usar os transportes públicos com mais frequência poupará 0,5 kg de dióxido de carbono por cada 1,5 km que não se andar de carro!


E não para por aí. Segundo a Associação de Ciclismo de Balneário Camboriu, a Bicicleta é o melhor transporte. Para apontar os entraves do trânsito na cidade, no dia 15 de setembro a Associação promoveu um desafio intermodal. Convidados partiram do Hospital Santa Inês, na Avenida do Estado, em direção à Univali, na Quinta Avenida, percorrendo um trecho aproximado de 5 km.


Cada um adotou um meio de transporte diferente: carro, moto, ônibus, bicicleta e a pé. Além do tempo que se levou para cumprir a missão, a pesquisa considerou a emissão de ruídos e de monóxido de carbono, o custo da viagem, o conforto, a segurança e a praticidade. A campeã, na opinião dos participantes, foi a bicicleta.

Em seguida veio a caminhada, seguida de perto pelo ônibus e a moto. O carro teve a pior avaliação.

— Onde cabe um automóvel cabem cinco ou seis ciclistas. A bicicleta é um meio de transporte fácil, econômico e saudável — diz Carlos Beppler, presidente da Associação de Ciclismo.

Para o professor Jânio Vicente Rech, a bicicleta é um modo interessante para substituir o carro. Mas, para que as pessoas a adotem, é necessário ter ciclovias seguras e interligadas. Marcus Polette é da mesma opinião:

— A bicicleta é uma boa opção, mas não a única. Balneário Camboriú é uma cidade plana, o que favorece quem quer caminhar, embora precise haver uma adequação das calçadas. Um transporte público mais rápido e frequente também permitiria que as pessoas deixassem o carro em casa. A adoção de minivans seria uma boa alternativa — acredita.



E aí, vamos entrar nesta juntos?

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Dia da Árvore! Motivos para comemorar??


No século XIX o Brasil deixou de ser colônia de Portugal e trilhou os primeiros passos de seu desenvolvimento econômico, sendo a cultura do café o destaque na época. Estimulou a construção de ferrovias, o estabelecimento de grandes propriedades monocultoras e também propiciou o nascimento de povoados que vieram a se tornar importantes cidades, especialmente na região Sudeste do País. Assim, a nação adentrou o século XX como líder na produção do café. Mas com quais consequências?

São inegáveis os benefícios econômicos estabelecidos pela cultura do café. No entanto, uma das consequências provenientes disso tudo foi o desmatamento da vegetação nativa nas regiões em que as lavouras avançavam. Tal fato não passou despercebido. Muitos foram os chamados de atenção para a devastação que já ocorria na época. Foi instaurada o Dia da Árvore, no dia 21 de setembro, pelo início da Primavera.

Esta data (o Dia da Árvore) é mais que mera data comemorativa, pois nasceu da percepção e engajamento de pessoas no início do século que se atentaram ao desenvolvimento desenfreado e à desconsideração do meio ambiente. E apesar disso, as agressões ao meio ambiente continuam, milhares de quilômetros de vegetação nativa sumiram do mapa (ver figura abaixo) e, a despeito das projeções assustadoras sobre o futuro, a situação permanece a mesma.

Mapa sobre a devastação no Brasil!!!
Devastação por todas parte.

É fato que há iniciativas, mas estas são esparsas e fragmentadas. A situação que se configura atualmente é de tal forma caótica, que medidas de proteção ao meio ambiente devem se pautar também no desenvolvimento social, o que demanda uma maior integração e (por que não dizer?) boa vontade de alguns setores da sociedade. A história continuou e mostra que as mudanças ocorridas diferem na forma, mas não na essência.

E o Dia da Árvore continua sendo comemorado. Mas o que há para comemorar e festejar? Aprovações de novos Códigos Florestais, que flexibilizam e facilitam ainda mais a vida dos antes fora da lei, que já promoviam devastações sem precedentes? A data, como tantas outras incluídas no calendário oficial, foi institucionalizada: nesse dia e nos dias próximos, realizam-se festividades, eventos, as escolas ensinam nossas crianças sobre o tema. Mas, e a potência crítica contida nas origens do evento? Perdeu-se? Essa, a meu ver, é a questão fundamental e deve servir de base para a outra questão elaborada anteriormente e que repito: o que estamos a comemorar e festejar?
motivos para não comemorar...
Será que temos o que comemorar?


Assim, a data suscita a necessidade de uma reflexão profunda sobre o que está sendo feito com nossas reservas naturais. Isso, antes de tudo, se mostra como um necessário posicionamento ético a ser tomado, uma vez que tais questões estão diretamente relacionadas com a qualidade de nossas vidas.  Tais reflexões devem mostrar, dentre outras coisas, que não somos apenas seres sociais, mas que também fazemos parte (e somos indissociáveis) de um processo delicado e grandioso que engloba a natureza e nossas relações com ela.

Fica então o desafio de resgatar a potência crítica e mobilizadora contida nas origens do Dia da Arvore. Há muitas formas pelas quais isso pode ser feito: na educação, na vontade política, na atuação de grupos que se preocupem com a problemática. O mais importante é que nos defrontemos com essas questões no dia a dia e que na tomada de consciência as ações sejam concretizadas. Priorizando-a, estaremos priorizando a nós mesmos e ao precioso dom da vida e da beleza que nos são concedidos.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Assunto é ... Sexualidade!!!

Bom, recentemente trabalhei com os alunos das Sétimas Séries o Tema Sexualidade e TUDO o que envolve este tema... e embora o papo aberto e franco, percebi (especialmente depois das avaliações) que muita gente tem dúvida sobre o assunto, por vergonha, ou por imaturidade mesmo. Neste post vou deixar linkado o Site do Doutor Jairo Bouer, que trata de maneira simplificada e na linguagem jovem todos os assuntos que envolvem o tema, com espaço para perguntas e tudo mais, vale a pena acessar...


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Inventário dos Equinodermos do Estado de Santa Catarina, Brasil


Echinaster brasiliensis - Praia da Paciência - Penha - Janeiro de 2008.

Publiquei um artigo na Revista BJAST (Brazilian Journal of Aquatic Science and Technology) - da Univali sobre o título de:

Inventário dos Equinodermos do Estado de Santa Catarina, Brasil

Resumo: O filo Echinodermata compreende aproximadamente 7.000 espécies vivas dividido em cinco classes. No Brasil, 335 espécies foram registradas, mas há muito a ser estudado sobre este filo. Este estudo teve como objetivo identificar a ocorrência de espécies de Echinodermata do Estado de Santa Catarina (Brasil). São representados por um total de 34 espécies. Destes, 09 pertencem à classe asteróides, 14 de Ophiuroidea, Echinoidea a 08, 02 para a Holoturoidea e 01 para o Crinoidea. 12 espécies listadas neste artigo estão citadas como ameaçadas de extinção.
Se alguém tiver interesse, pode acessar o artigo completo clicando aqui.


sábado, 3 de setembro de 2011

Dia do Biólogo

Correria da vida e vivendo, blog ficou meio abandonado, mas logo tirarei o mofo...

hoje, dia 3 de Setembro é dia do Biólogo... parabéns para euzinho e para todos meus colegas de profissão...

abaixo segue o e-mail que recebi do Conselho Regional de Biologia