quarta-feira, 15 de junho de 2011

Doação de Sangue!!!

Doação de Sangue - Salva Vidas


Doação de Sangue


Bom, ontem, Dia 14 de Junho, foi Dia Mundial do Doador de Sangue...
e Dia 25 de Novembro é o Dia do Doador Voluntário de Sangue no Brasil.

Fui doador regular (4 doações anuais) por um bom tempo, e agora diminui o número de doações devido a mudança de cidade e a falta de um banco de sangue por aqui... mas sempre que posso, vou a Blumenau e faço minha doação.

e vc. caro leitor do meu blog,  já doou sangue?

Pois Saiba o que vc precisa para doar sangue!


Quem pode doar?


Para doar sangue o candidato deve:
· Estar bem de saúde e possuir hábitos de vida saudável;
· Ter entre 18 e 65 anos 11 meses e 29 dias;
· Pesar no mínimo 50 quilos;
· E apresentar um documento de identidade com foto, expedido por órgão oficial. (RG, Carteira de Trabalho ou de Motorista)

Quem não pode doar?


A pessoa que:
· Estiver em jejum prolongado ou ingeriu alimentos gordurosos nas últimas 4 horas;
· Fez cirurgia recentemente;
· For menor de 18 e maior de 65 anos;
· Tomou bebida alcoólica há menos de 12 horas;
· Não repousou adequadamente na noite anterior a doação;
· Teve febre, gripe ou qualquer tipo de infecção nos últimos 7 dias;
· Teve hepatite viral após os 10 anos de idade;
· For portador da Doença de Chagas;
· Estiver grávida;
· Estiver usando medicamentos;
· Manteve contato sexual com pessoas do mesmo sexo nos últimos 12 meses;
· Usa ou já usou drogas injetáveis - cocaína/heroína e outras;
· Teve contato sexual com muitos parceiros ou com pessoa suspeita de ser portadora do vírus da AIDS;
· For Parceiros sexuais de portadores de doenças transmitida pelo sangue (Hepatite B, Hepatite C, HIV, Sífilis e HTLVI/II) com ou sem uso de camisinha (preservativo);
· Colocou piercing ou fez tatuagem nos últimos 12 meses;
· Realizou acupuntura com profissionais não habilitados nos últimos 12 meses.
· Fez endoscopia há menos de 6 meses

E parece que ontem, foram aprovadas mudanças, em que menores de idade (16 e 17 anos) podem doar sangue (com autorização dos pais) e idosos até 68 anos.




mais informações, visite um HEMOSC (para os Catarinenses).

terça-feira, 14 de junho de 2011

Calor pode acelerar extinção

Espécies já chegaram a seus limites




Animais e plantas podem não se desenvolver para sobreviver à ameaça da mudança do clima, diz um novo estudo da Universidade da Califórnia-Davis. Uma equipe estudou um pequeno animal marinho durante múltiplas gerações para ver se ele podia se adaptar ao aumento de temperaturas. E descobriu que o crustáceo copépode Tigriopus californicus, que é encontrado na costa oeste americana desde o Alasca até Baja California, mostrou pouca capacidade de desenvolver tolerância ao calor.

"Esta é uma questão que muitos cientistas vêm fazendo", diz Eric Sanford, co-autor do estudo. "Organismos têm a capacidade de se adaptar à mudança do clima em uma escala de décadas?" A pesquisa, publicada no  Proceedings of the Royal Society B, sugere que muitos organismos já chegaram a seus limites ambientais. O minúsculo animal foi coletado de oito locais. Com vida curta, foram colocados em laboratário, observados por dez gerações e sujeitos ao estresse do calor. Depois de examiná-los, os cientistas dizem que muitos animais já estão em seu limite ambiental e que a selação natural não necessariamente os resgatarão.

No começo, os copépode de locais diferentes mostraram pouca variabilidade na tolerância ao calor. Mas dentro destas populações, os pesquisadores aumentaram apenas meio grau centígrado durante as gerações observadas. Na maior parte dos grupos, a tolerância ao calor chegou ao limite muito antes deste ponto. Embora os copépodes sejam espalhados geograficamente, suas populações são muito isoladas, confinadas a um único afloramente rochoso, de onde as ondas os carregam entre poças, informa o Daily Mail.

"Afirma-se que espécies disseminadas têm muita capacidade genética para funcionar, mas este estudo mostra que isto pode não ser assim", afirma o co-autor Rick Grosberg. Muitas outras espécies de animais, pássaros e plantas passam pelo estresse da mudança do clima, e seus habitats também foram fragmentados pela atividade humana, acrescentou."O ponto crítico é que muitos organismos já se encontram em seus limites", diz ele, no estudo financiado pela Fundação Nacional da Ciência do EUA.

Foto: snake.eyes/Creative Commons

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Reserva Biológica Marinha do Arvoredo

A Reserva Biológica Marinha do Arvoredo é uma Unidade de Conservação de proteção integral que visa proteger uma parte importante do patrimônio natural da costa catarinense. Possui 17.600 ha e foi criada pelo decreto n.º: 99.142 de 12.03.1990. É constituída pelas ilhas de Galés, Arvoredo e Deserta e pelo Calhau de São Pedro. Encontra-se no litoral do estado brasileiro de Santa Catarina, a oeste da baía de Zimbros em Bombinhas e ao norte da Ilha de Santa Catarina, onde está situada parte do município de Florianópolis.
Mapa da Reserva do Arvoredo

As ilhas que compõem a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo foram um destino tradicional de mergulho recreativo no sul do Brasil desde a década de 1980. A partir de 2000, a Reserva foi fechada para o mergulho recreativo por determinação da Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e as operadoras de mergulho passaram a restringir sua atuação ao sul da Ilha do Arvoredo, que não faz parte da Reserva Biológica. Existem saídas regulares de operadoras de mergulho partindo de Florianópolis e Bombinhas.

A principal estrela do arquipélago é a Ilha do Arvoredo, local que encanta mergulhadores de todos os níveis. Assim como as outras ilhas, Arvoredo tem acesso controlado pelo IBAMA, sendo limitado no número de pessoas por dia que podem desfrutar da rica fauna marinha favorecida pelo encontro das correntes do Brasil e das Malvinas, com visibilidade de até 25 metros de profundidade.

Ilhas protegidas

Na Ilha da Galé, a mais próxima da costa (sete quilômetros), os aventureiros encontram um atrativo a mais: o rebocador Lili, naufragado em 1958.

Entre as espécies que habitam a região, moréias, garoupas, meros, cardumes de sardinhas e lulas. O percurso até o local dura cerca de duas horas e quase sempre é acompanhado por aves como atobás, fragatas, andorinhas-do-mar.

Saiba mais clicando aqui.

domingo, 12 de junho de 2011

Unidades de conservação no Brasil

A unidade de conservação é um espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção.


1 - Unidades de Proteção Integral: O objetivo básico das Unidades de Proteção Integral é preservar a natureza, sendo admitido apenas o uso indireto dos seus recursos naturais, com exceção dos casos previstos na Lei.

1.1 - Estação Ecológica;
1.2 - Reserva Biológica;
1.3 - Parque Nacional;
1.4 - Monumento Natural;
1.5 - Refúgio de Vida Silvestre.

2 - Unidades de Uso Sustentável: O objetivo básico das Unidades de Uso Sustentável é compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos seus recursos naturais.

2.1 - Área de Proteção Ambiental;
2.2 - Área de Relevante Interesse Ecológico;
2.3 - Floresta Nacional;
2.4 - Reserva Extrativista;
2.5 - Reserva de Fauna;
2.7 - Reserva de Desenvolvimento Sustentável;
2.7 - Reserva Particular do Patrimônio Natural.

sábado, 11 de junho de 2011

Laboratório Virtual de Física e Química

O Laboratório Didático Virtual é uma iniciativa da Universidade de São Paulo - USP, atualmente coordenado pela Faculdade de Educação.

Nele você vai encontrar simulações feitas pela equipe do LabVirt a partir de roteiros de alunos de ensino médio das escolas da rede pública;

links para simulações e sites interessantes encontrados na Internet; exemplos de projetos na seção "projetos educacionais" e respostas de especialistas para questões enviadas através do site.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Nova variante do vírus da gripe A é resistente a remédios

Post extra em meio aos que já deixei programado!!! este retirado do site da Veja.

Nova Variável!


Uma nova variante genética da gripe A (H1N1), que começa a aparecer na Ásia, tem mostrado resistência ao tamiflu e ao relenza, as duas principais drogas contra a doença. De acordo com pesquisadores, 30% das amostras colhidas no começo de 2011 ao norte da Austrália e 10% das amostras de Cingapura apresentaram redução na sensibilidade aos medicamentos.

O material colhido não mostrou resistência, no entanto, ao peramivir, uma droga ainda experimental contra o H1N1. Segundo o braço da Organização Mundial de Saúde especializado no vírus influenza, e localizado na Austrália, o novo variante do vírus foi também detectado em outras regiões da Ásia próximas ao Oceano Pacífico.

Embora essa mutação genética encontrada nas amostras já tenha sido relatada no vírus da gripe comum e em casos da gripe aviária, é a primeira vez que ele é visto também na gripe A.

Google Body

A gigante Google mantem um serviço webgl (3D) que permite visualizar o corpo humano em detalhes e em 3D

para acessar clique aqui ... alguns navegadores podem apresentar problemas para acessar, mas a maioria funciona tranquilamente!!!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Meio ambiente: o planeta resolveu dar o troco

Passado o Dia e a Semana Mundial do Meio Ambiente, vamos retomar as atividades do blog...

e para retomar, transcrevo aqui trechos de um texto do Sakamoto, alias um excelente blog que merece ser visitado periodicamente...

05 de junho é Dia Mundial do Meio Ambiente. E a humanidade enfrenta uma das piores crises ambientais de sua história, sob risco de entrar em colapso com o esgotamento e a degradação dos recursos naturais. Os países da periferia levam a culpa pelo desequilíbrio ecológico mundial e são criticados pelo modelo de desenvolvimento que adotam, agressivo ao meio ambiente. O julgamento parte das nações ricas, as quais, por mais de dois séculos, destruíram seus patrimônios naturais e continuam poluindo. As elites dos países periféricos clamam, por sua vez, pelo direito de também poluir, a fim de poder alcançar o nível de consumo das sociedades desenvolvidas.

[...]Em meio a essa discussão, o quadro não poderia ser pior. Dentro de algumas décadas, não haverá água potável suficiente para suprir as necessidades de dois terços da população mundial – regiões metropolitanas já vivem crises de abastecimento. O efeito estufa está aumentando a temperatura global e provocando mudanças climáticas, enquanto a desertificação de áreas cultiváveis compromete a produção de alimentos. Uma nuvem de poluição paira sobre o Sudeste Asiático, levando crianças e idosos aos hospitais diariamente. Demorou, mas o planeta começa a dar o troco. Bem-feito.

[...]Nas discussões sobre meio ambiente ainda não se leva em consideração a integração entre homem e natureza. Mesmo que a criação de reservas esteja contribuindo para a preservação da fauna e da flora, estamos longe de garantir meios de sobrevivência às populações que dependem desses ecossistemas. A pobreza e a falta de perspectivas ainda levam muitas pessoas a dilapidar o patrimônio natural em busca de sustento para seus filhos, através da captura de animais silvestres no Pantanal Mato-Grossense, da coleta de palmito na Mata Atlântica ou da produção agropecuária na Amazônia.

O país possui uma das mais modernas legislações ambientais do mundo, a Lei de Crimes Ambientais, de 1998, que estipula multas de alto valor e até prisão em caso de agressão ao meio. O problema é que muitas vezes a lei é deixada de lado ou é mal aplicada por incompetência ou conivência com os infratores. Há, por exemplo, denúncias de estudos e relatórios de impacto que teriam sido comprados para facilitar a aprovação de obras pelos órgãos responsáveis. Além disso, mesmo com os avanços ao longo dos anos, entre eles a criação de um ministério dedicado apenas ao meio ambiente, o governo continua a apresentar uma contradição entre ação e discurso. De um lado, brada-se pela preservação da Amazônia, de outro financiam-se projetos que desmatam a floresta ou há relaxamento nas exigências quando existe a possibilidade de investimento estrangeiro.

Isso quando o próprio Congresso não joga as coisas boas para o ralo, como está fazendo com o Código Florestal. O que mostra que preferimos evoluir da barbárie para a decadência, sem passar pela civilização.

O debate sobre o meio ambiente emerge no século 21 como uma discussão sobre a qualidade de vida, não tratando apenas de rios poluídos e derramamento de petróleo, mas também da atual idéia de progresso – alta tecnologia aliada a uma postura consumista -, que não está conseguindo dar respostas satisfatórias à sociedade. De forma preventiva ou paliativa, haverá uma mudança no comportamento da sociedade. Faz parte dessa discussão a busca por modelos alternativos de desenvolvimento humano.

Que só serão efetivos caso não excluam a população dos benefícios trazidos pela exploração atual e futura dos recursos naturais do planeta. Ou feita às custas desta.

O texto pode ser lido na integra clicando aqui.